SOBRE BARCELOS
SOBRE BARCELOS
Campo da Feira

Campo da Feira, é neste local que à quinta-feira se realiza uma das mais antigas (1412) e tradicionais feiras da Europa. É uma excelente montra do artesanato e produtos hortícolas locais. Ao centro possui o monumental chafariz do século XVII, obra de João Lopes.
Centro Histórico e Jardins

O centro de Barcelos é, por si só, a representação de uma herança cultural e histórica própria. Conhecida como a capital do artesanato e cidade berço da lenda do Galo de Barcelos, tem no seu tecido urbano a marca indelével da história secular, ainda viva. Vale a pena um passeio atento pelo centro e vislumbrar os espaços verdes e os jardins coloridos. Pelas ruas e ruelas tente elevar o seu olhar às varandas decoradas a preceito. Desfrute da tranquilidade de uma esplanada ou, simplesmente, parta à descoberta dos espaços verdes ribeirinhos. Ao afastar-se da urbe facilmente poderá dar conta das paisagens naturais a perder de vista, mas também de um vasto património artístico, monumental e religioso, pontuado por casas solarengas, moinhos de água, espigueiros e vinhedos
Edifício da Câmara Municipal

Este edifício é o resultado de uma série de anexações, reformas e acrescentos a partir do núcleo dos velhos Paços do Concelho, a que a grande remodelação e ampliação iniciada em 1849 procurou dar uma certa unidade. Aglomera o antigo Hospital do Espírito Santo, que serviu de posto de assistência dos peregrinos a Santiago de Compostela e a antiga Capela de Santa Maria, ambos do século XIV. A Torre e Casa da Câmara são do século XV e a Igreja da Misericórdia do século XVI. Todas as faces da história deste(s) edifício(s) foram-lhe devolvidas já nos nossos dias através de uma ação de reabilitação e valorização.
Igreja Matriz

A sua construção iniciou-se na segunda metade do século XIV, foi ordenada por D. Pedro, o 3.º Conde de Barcelos, cujas armas estão gravadas nas arquivoltas do portal principal. É um edifício com cariz de transição do românico para o gótico. É um dos expoentes máximos da arquitetura românica no norte do país, alvo de grandes transformações ao longo dos séculos XV a XVIII. No século XX foi-lhe restituída a rosácea. No lado sul da sua fachada possui uma torre sineira que data do século XVIII. Está classi?cada como Monumento Nacional desde 1927.
Largo do Apoio

Terá sido o primeiro largo do “burgo” com traço do urbanismo medieval da cidade de Barcelos. No seu centro, um chafariz de tradição renascentista (1621) atribuído a João Lopes; à sua volta, a Casa dos Carmonas, a Casa do Alferes Barcelense e a Casa do Santo Condestável D. Nuno Álvares Pereira.
Paço dos Condes de Barcelos e Pelourinho

É um paço característico dos ?ns da Idade Média, construído na primeira metade do século XV, por ordem de D. Afonso 8.º Conde de Barcelos, 1.º Duque de Bragança. O Museu Arqueológico foi aí instalado no início do século XX. Está classi?cado como Monumento Nacional desde 1910.
O pelourinho Também denominado “Picota”, foi edi?cado ao gosto do gótico ?nal, datado de ?nais do século XV, início do século XVI. Um dos mais emblemáticos pelourinhos nacionais dada a sua riqueza artística.
Cruzeiro do Galo

No interior do Museu Arqueológico encontra-se este cruzeiro alusivo ao milagre de S. Tiago. Episódio que deu origem à lenda do Galo.
Teatro Gil Vicente

Construção do ?nal do século XIX, com uma fachada ao estilo neoclássico revivalista. É a mais antiga casa de espetáculos da cidade.
Templo do Bom Jesus da Cruz

Palco central da tradicional Festa das Cruzes (3 de maio). A sua origem está relacionada com o aparecimento misterioso de uma cruz de terra negra no chão barrento do Campo da Feira, em dezembro de 1504. O templo atual abriu ao culto em 1710. Destaca-se o altar-mor de talha dourada barroca e o altar do lado do Evangelho onde ?gura uma imagem do Senhor da Cruz adquirida, segundo a tradição, na Flandres em 1505.
Torre Medieval

No início do século XV, D. Afonso, 8º Conde de Barcelos, mais tarde 1º Duque de Bragança, empenhou-se em construir à volta de Barcelos uma so?sticada cerca urbana. A Torre da Porta Nova é a única das três principais portas da muralha que chegou até à atualidade. Em 1926, foi classi?cada como Monumento Nacional. Com a recente renovação (2010-2013) ganhou novas valências como espaço de dimensão cultural, pedagógica e turística, apresentando-se como um dos espaços patrimoniais mais visitados da região. Este imóvel foi, em 2014, distinguido com o primeiro prémio “Concelho Mais Acessível”, na categoria Lazer/ Património/ Turismo, pelo Instituto Nacional para a Reabilitação (INR). Nenhuma visita a este espaço ?ca completa sem uma passagem pelo seu magní?co miradouro. Aí pode deslumbrar-se com a panorâmica sobre todo o centro histórico, rio Cávado e Monte da Franqueira.

Festa das Cruzes

A Festa das Cruzes é considerada a primeira grande Romaria do Minho, num misto de cor, tradição e animação popular, este é um dos mais importantes acontecimentos barcelenses. Hoje em dia, a Festa das Cruzes é um ponto de romagem de visitantes nacionais e internacionais. Barcelos ganha ainda mais vida com a romaria e os seus arcos, a feira, o artesanato, a procissão, os tapetes de pétalas de flores naturais, as atuações de folclore. A tradicional batalha das flores, as bandas de música e os zés pereiras refletem o pulsar da cultura e das tradições barcelenses. A Batalha das Flores, os Arcos de Romaria, os Tapetes de Pétalas Naturais e a Procissão da Invenção da Santa Cruz são os pontos altos da Festa das Cruzes. Barcelos fica em festa, dia e noite, durante uma semana!